segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A crítica da ciência - à farra e - ao novo Código Florestal

Especialistas reunidos na FAPESP contestam projeto em tramitação no Congresso Nacional e protestam contra a falta de participação da comunidade científica na elaboração do documento que interfere na biodiversidade brasileira. Dizem os estudiosos: “O protesto não é sobre a ausência de um modelo, mas sobre a total falta de consulta à comunidade científica. Precisamos colocar essas discussões num patamar institucional e toda a sociedade deve trabalhar na construção de uma nova proposta”, disse ao final dos debates o biólogo Thomas Lewinsohn, professor da Unicamp. “Todo o conhecimento científico da área ambiental foi ignorado”, disse Carlos Alfredo Joly, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do Biota-Fapesp – programa que mapeia toda a biodiversidade do Estado de São Paulo.
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3 comentários:

lucy da silva disse...

O novo código florestal só beneficia aqueles q buscam, sistemáticamente, devastar nossas florestas nativas ou o q resta delas... favorece aos fazendeiros, aos madeireiros e a todos os ambiciosos q não medem consequências para conseguirem os seus objetivos... são pessoas sem moral e sem sentimentos, q sequer pensam nos seus descendentes e na herança q deixarão para eles... será q só existe o aqui e agora?
vamos refletir sobre isso...

Fernando Lucchesi disse...

Como disse o grande profeta Raul Seixas:

"A solução pro nosso povo
Eu vou dá
Negócio bom assim
Ninguém nunca viu
Tá tudo pronto aqui
É só vim pegar
A solução é alugar o Brasil!..."

Infelizmente nossos políticos só se preocupam com o dinheiro e com o desenvolvimento industrial e comercial ao invés de se preocuparem com o desenvolvimento humano e é claro; o econômico, porém de maneira sustentável.

Grande Abraço.

SERGIO BUCCO disse...

Bem focadas as suas 'falas',
Lucy e Fernando.
De fato, os setores mais conservadores da sociedade brasileira ainda encaram a Natureza, o Meio Ambiente, os recursos naturais... como inesgotáveis. E desta maneira não apenas investem em práticas autofágicas e degradadoras da Mãe Terra como procuram disseminar este modelo degradante a toda a população. E especificamente sobre "desenvolvimento sustentável" gostaria de apenas relembrar que este na perspectiva capitalista não é viável, dadas as suas características de "quem pode mais chora menos", de dominação a todo custo, da exploração excludente, da produção desenfreada, do comércio e consumo intensivos, da busca de lucros desmedidos, do acúmulo e concentração das riquezas sem fim e exclusão... Não! Este modelo não tem sustentabilidade. A humanidade está convidada a pensar a SUSTENTABILIDADE na perspectiva do cuidado, do respeito e de simplicidade ante a Natureza.