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terça-feira, 28 de abril de 2026

A VIDA É UMA ILUSÃO

     

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Reflexões existenciais

Para alguns a vida é apenas privilégios incomensuráveis. A outros é uma conformidade... Para a grande maioria é uma luta sem fim, sofrimento, infernal.   Exatamente,  a vida é uma ilusão, engano, angústia... e limitada no tempo!

No entanto, apesar disso dito, nós seres humanos, nos damos o direito de disputar, odiar, guerrear, dominar pessoas e sociedades, coisas e territórios. Tudo em vão!

Nada piegas, mas penso que deveríamos conduzir a nossa breve existência e a sua práxis ao auto cuidado e ao nosso próximo, buscando o seu bem-estar, em amor, nos doando de alguma forma, com afeto, dedicação e cuidado.

Quando encerramos  este ciclo não tem nada de "céu" ou de "inferno". Eles não existem, pelo menos não do modo como nos fizeram crer... Esqueça! Ou melhor,  reflitamos sobre seus possiveis significados. 

Seja pela via da Fé (crença na eternidade ou retorno ao "hiperurânio" de Platão, "rio no céu" dos cuiucuros, dentre inúmeros outros); ou da consCiência (energia que se transforma, mas permanece), céu seria apenas uma figura da transcendência, de bem-estar, estado de bem-aventurança. Já o inferno,  bem, este seria o "sheol" hebraico, a morada dos mortos (sepultura), o "hades" grego, ou a "geena", lixão que havia nas proximidades de Jerusalém, que ardia constantemente em fogo. A ideia de inferno foi utilizada ao longo de séculos para meter medo do castigo eterno e assim dominar mentes e corpos, e induzí-las ao bom comportamento. Ah, nesta novela existencial, tem também o "diabo". Este é outro atravancamento que está em nós e obstrui o melhor que temos e libera ou dá vasão ao mal que "carregamos" consciente ou inconscientemente. 

Mas voltemos ao tema do "encerramento de ciclo", a passagem, a morte... Oxalá o nosso corpo servisse ao menos para alimentar uma árvore de pereira (abacateiro, araucaria, jabuticabeira...) que produzisse frutas a fim de alimentar a macro vida (humanos e outros animais). Entretanto,  pode ser que nos coloquem naquelas horríveis "urnas funerárias" (produzidas em série com o intuito de mascarar o pânico que se tem da morte), e depois nos guardem em uma gaveta (nos jazigos ou edificios). Há quem defenda tal modalidade de "enterro" como uma "solução ambientalmente correta" aos grandes conglomerados humanos (cidades, "formigueiros" no dizer de Rousseau). Mas a loucura das grandes cidades é outro tema para depois. 

Finalmente, após este desfile de desilusão, desencanto e descrença, quero afirmar o 'meu' "salto no escuro" (Søren Kierkegaard), ou melhor, o 'meu credo' (que na verdade é davídico/Jesuânico): "O Senhor Jesus é o nosso Pastor, e ele não nos faltará." Mas este tema tem desdobramentos muito mais amplos e é para ser tratado noutro momento. 

*~☆SergioBucco☆~*

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Fonte da imagem:

¹ https://www.instagram.com/reel/DQffUCqDD7t/?igsh=MWoyZ2lpbXNrNzk3eg==



terça-feira, 7 de abril de 2026

ENQUANTO HUMANOS, CIDADÃS/ÃOS E DEMOCRÁTICOS

Fonte: https://ouvidoria.tce.pe.gov.br/cidadania-e-os-direitos-sociais-e-humanos/

O óbvio ululante... ANTES DE TUDO PRECISAMOS sermos Humanos,  fazermos Democracia, exercermos a Participação Cidadã  dentro da Sociedade Local e Universal. 

Destacados estes pontos e valores fundamentais podemos lembrar os desdobramentos do viver em sociedade, na coletividade. 

Toda a nossa vida e ação no mundo se desenrolam de forma integrada sob os aspectos Social, Político, Econômico,  Cultural e Ambiental. Se um destes aspectos forem excluídos da nossa vivência pessoal e coletiva nós nos tornamos capengas (como se fossemos uma aberração social). Lá nos anos sessenta o contemplativo Thomas Merton escreveu que "nenhum homem é uma ilha". Do mesmo modo os aspectos acima citados precisam acontecer de forma interdependente e integrada, pois os mesmos fazem parte de uma totalidade. 

No desenrolar da cidadania cada mulher,  cada homem, de forma pessoal e coletivamente, participa de organizações,  movimentos,  instituições de acordo com suas necessidades e demandas, a fim de solucionar seus problemas e/ou atender às condições objetivas da vida pessoal e comum. 

Assim sendo, podemos participar da vida em família (nas suas diferentes modalidades); das manifestações religiosas (animismo,  cristianismo {diversos}, espiritismo, budismo, xintoísmo, taoísmo, hinduismo, judaísmo, matriz africana, através de formas de espiritualidade não formal ou institucional, dentre outras), ou não (atéia);, da educação formal (escolas básicos e técnicas,  faculdades, universidades...); do movimento social, do sindicato, do clube, dentre outros;  do partido político (esquerda, centro e direita, pra além dos extremismos); ou simplesmente fazer a política do bem comum, aquela reunião,  campanha ou movimento que busca solucionar, junto ao serviço público ou em mutirão, um problema que afeta a coletividade,  a comunidade, como uma estrada ruim, uma ponte, um transporte, uma escola, um posto de saúde, segurança,  dentre muitas outras demandas imediatas que afetam a vida em comunidade.

Na vida em sociedade tem os desdobramentos e compromissos com as questões econômicas de manutenção das necessidades materiais  e/ou culturais da vida (alimentação, moradia, vestuário, educação, lazer) seja através do trabalho pessoal e independente, do vínculo empregatício, do trabalho associativo ou cooperativo.

Na condição de humanos, democráticos, cidadãs/ãos precisamos, zelar pela Justiça, pelos Direitos que dizem respeito à vida com dignidade, qualidade,  felicidade. Zelar pelo Meio Ambiente (no qual vivemos e do qual somos componentes) respeitando a Legislação que rege  a vida em sociedade (e a Biodiversidade) assim como a saúde do meio ambiente no qual estamos inseridos e pelo qual podemos agir de forma responsável e autossustentável.

Portanto, viver democraticamente não nos obriga a nada, mas desrespeitar as normas básicas da vida neste Planeta tem consequências danosas tanto para si mesmo como para o todo. Talvez tenhamos esquecido de avisar sobre isto tudo ao Hitler,  ao Presidiário, ao Trump, ao Nethanyahu... e aos seus seguidores.

~☆SergioBucco ☆~

sábado, 8 de março de 2025

DURANTE O CARNAVAL FUI A UM ACAMPAMENTO CRISTÃO

 


Exatamente, fomos convidados e fomos, porque estaríamos com uma parte da nossa Família, incluindo a Mãe 💖, porque vimos como uma possibilidade de rever pessoas  amigas, de descansar e porque poderíamos rever um pouco as Boas Novas de Jesus e até aprender algo novo como servos dele. 

Não nos refugiamos em uma bolha, alienados da realidade. Muito pelo contrário! Num momento de olho no Evangelho, interagindo com gente, e noutro de olho na Mídia Alternativa (digo, Mídia não corporativa, comercial, nem fascista). 

Por outro lado, se estivéssemos em casa ou na comunidade de Candói não iríamos pra nenhuma farra, não estaríamos de beberagem, nem praticando violência ou morte, e muito menos dando trabalho para a polícia.

Se não fôssemos para um acampamento cristão ficaríamos em casa, na vizinhança, na comunidade, trabalhando, estudando, pesquisando, cuidando da espiritualidade, realizando visitas ou simplesmente descansando.

Sergio Bucco