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terça-feira, 7 de abril de 2026

ENQUANTO HUMANOS, CIDADÃS/ÃOS E DEMOCRÁTICOS

Fonte: https://ouvidoria.tce.pe.gov.br/cidadania-e-os-direitos-sociais-e-humanos/

O óbvio ululante... ANTES DE TUDO PRECISAMOS sermos Humanos,  fazermos Democracia, exercermos a Participação Cidadã  dentro da Sociedade Local e Universal. 

Destacados estes pontos e valores fundamentais podemos lembrar os desdobramentos do viver em sociedade, na coletividade. 

Toda a nossa vida e ação no mundo se desenrolam de forma integrada sob os aspectos Social, Político, Econômico,  Cultural e Ambiental. Se um destes aspectos forem excluídos da nossa vivência pessoal e coletiva nós nos tornamos capengas (como se fossemos uma aberração social). Lá nos anos sessenta o contemplativo Thomas Merton escreveu que "nenhum homem é uma ilha". Do mesmo modo os aspectos acima citados precisam acontecer de forma interdependente e integrada, pois os mesmos fazem parte de uma totalidade. 

No desenrolar da cidadania cada mulher,  cada homem, de forma pessoal e coletivamente, participa de organizações,  movimentos,  instituições de acordo com suas necessidades e demandas, a fim de solucionar seus problemas e/ou atender às condições objetivas da vida pessoal e comum. 

Assim sendo, podemos participar da vida em família (nas suas diferentes modalidades); das manifestações religiosas (animismo,  cristianismo {diversos}, espiritismo, budismo, xintoísmo, taoísmo, hinduismo, judaísmo, matriz africana, através de formas de espiritualidade não formal ou institucional, dentre outras), ou não (atéia);, da educação formal (escolas básicos e técnicas,  faculdades, universidades...); do movimento social, do sindicato, do clube, dentre outros;  do partido político (esquerda, centro e direita, pra além dos extremismos); ou simplesmente fazer a política do bem comum, aquela reunião,  campanha ou movimento que busca solucionar, junto ao serviço público ou em mutirão, um problema que afeta a coletividade,  a comunidade, como uma estrada ruim, uma ponte, um transporte, uma escola, um posto de saúde, segurança,  dentre muitas outras demandas imediatas que afetam a vida em comunidade.

Na vida em sociedade tem os desdobramentos e compromissos com as questões econômicas de manutenção das necessidades materiais  e/ou culturais da vida (alimentação, moradia, vestuário, educação, lazer) seja através do trabalho pessoal e independente, do vínculo empregatício, do trabalho associativo ou cooperativo.

Na condição de humanos, democráticos, cidadãs/ãos precisamos, zelar pela Justiça, pelos Direitos que dizem respeito à vida com dignidade, qualidade,  felicidade. Zelar pelo Meio Ambiente (no qual vivemos e do qual somos componentes) respeitando a Legislação que rege  a vida em sociedade (e a Biodiversidade) assim como a saúde do meio ambiente no qual estamos inseridos e pelo qual podemos agir de forma responsável e autossustentável.

Portanto, viver democraticamente não nos obriga a nada, mas desrespeitar as normas básicas da vida neste Planeta tem consequências danosas tanto para si mesmo como para o todo. Talvez tenhamos esquecido de avisar sobre isto tudo ao Hitler,  ao Presidiário, ao Trump, ao Nethanyahu... e aos seus seguidores.

~☆SergioBucco ☆~

terça-feira, 1 de outubro de 2024

OS BENEFÍCIOS DAS ÁRVORES E A EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL


Em todos os lugares, nas casas, nas ruas, na Agricultura, nas lavouras, nas pastagens, nas fontes, nos lagos, nos rios, nos parques, nas praças, ao Meio Ambiente, à Natureza, aos Reinos  Mineral,  Vegetal e Animal as árvores trazem inumeráveis benefícios. As árvores isoladamente,  nos logradouros públicos e/ou no seu conjunto, nas florestas trazem uma gama de benefícios. De acordo com o sítio Sustentarqui¹ ( nas cidades): 

– Absorvem o gás carbônico (CO2) e liberam oxigênio

– Aumentam a biodiversidade

– Diminuem os efeitos das ilhas de calor urbano

– Absorvem a água da chuva, diminuindo os riscos de enchentes

– Embelezam a cidade

– Oferecem sombra e diminuem a temperatura das cidades

– Diminuem a poluição sonora das cidades

– Diminuem a poluição, pois ajudam a filtram o ar

– Diminuem o nível de estresse das pessoas

– Enfim, melhoram a qualidade do ar das cidades e a qualidade de vida das pessoas


          Eu acrescentaria que  as folhas produzem a serrapilheira à semelhança da floresta, que produz cobertura de solo e solo fértil  num momento em que a terra está a galope num processo  de degradação caótica. 

        De modo semelhante,  no campo, a presença das árvores, a partir da visão da Agroecologia, da Permacultura, da Biodinâmica,  da Agricultura Natural, tem um impacto altamente positivo!  Não é mais possível compreender as inúmeras atividades do campo, de acordo com as inúmeras experiências e à confirmação científica,  entender a Agricultura bem como  a Pecuária, praticados em solos desnudos, desertificados, verdadeiros cadáveres, que produzem alimentos com baixíssima qualidade nutricional e em termos de saudabilidade, às custas de adubos químicos e veneneira.

 

        Nos meus 65 anos de vida, especialmente nos 41 anos que trabalhei na Educação, juntamente com prestigiosas/os companheir@s, como Professor@s Lídia Sikora, Idalina Pícolo, Argemiro, Carlos Alberto Freitas, Eroni  Ferreira, Marilena Vigo, Itamara C. Forquim, Maristela M. Kítor, Marco Antonio Silva, Luciane Bertol, César Érico Moraes, Rosângela Moraes, Rosemeri Ruppel Stadler, Nilson Scramocin, dentre outr@s, quando participamos ou desenvolvemos inúmeras campanhas de Educação Socioambiental, através das nossas Áreas científicas ou coletivamente,  como no Dia da Árvore,  no Dia do Rio e em outras datas, e sempre trabalhamos campanhas pela arborização desde a Escola, do seu entorno,  das Comunidades. Centramos nossos esforços na questão dos resíduos sólidos (vulgo LIXO orgânico, reciclável e rejeitos), sua organização, seu acondicionamento e destinos finais, quando procuramos definir as responsabilidades dos fabricantes, do comércio,  das empresas e dos cidadãos, das cidadãs. Trabalhamos seguidas vezes sobre a questão dos venenos ( AGROTÓXICOS etc.) no solo, nas águas,  no ar, nos alimentos.
          
   

      A Escola, de modo generalizado,  tem seus prédios construídos de um jeito muito concentrado. Muitas vezes chamei de 'confinamento humano', outras pessoas chamaram de prisão,  dentre outros qualificativos. Daí que, além de muito concreto,  o solo é impermeabilizado com pisos. E este quadro concentra muito calor do sol, fazendo com que Professoras/es, Alunas/os e Trabalhadores/as da Educação em geral fiquem em uma verdadeira fornalha,
 obrigando as pessoas ficarem sufocadas, ou a Escola ter que investir em ar condicionado, fazendo com que aumente os gastos com tecnologias e energia elétrica. Mas se o espaço escolar é bem arborizado pode contar com espaços sombreados e um ar bem mais ameno, agradável. E se torna também espaço que dá o exemplo de vida com qualidade. Afinal,  a Escola precisa ser um exemplo prático pra além das teorias mortas! E enquanto "as palavras podem comover, os exemplos arrastam".