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sábado, 18 de abril de 2026

ESTADOS DE INSEGURANÇA NO BRASIL E NO MUNDO


 

Nós brasileir@s temos um contexto histórico de corrupção social, econômica, política e cultural. Vivenciamos quadros que envolvem empresários,  banqueiros e até instituições públicas a seu "serviço", como no escândalo do Banco Master comandado por Daniel Vorcaro, abraçado com alguns governadores,  com pastores da alta cúpula evangélica (diga-se empresários da fé) e mais alguns políticos que procuravam fazer o serviço sujo no Congresso Nacional. Temos um Estado de São Paulo, do Gov. Tarcísio, com violência policial exacerbada (e mais, está num processo de privatização,  precarização e encarecimento dos serviço públicos como água e energia elétrica). Temos o Estado de Santa Catarina, do Gov. Jorginho Mello, sob uma onda de movimentos nazistas, diga-se supremacista, racista e violento. O Estado de Minas Gerais, Gov. Zema, que amarga uma dívida com a União de 187 bilhões, desmonte dos serviços públicos como Saúde e Educação, em descontentamento dos servidores públicos  e prejuízo da população.

O Estado do Paraná, Gov. Rato, com defasagem e congelamento salarial dos serviços públicos (Segurança,  Saúde,  Educação etc.) que já alcança oito anos. Enquanto no mesmo Estado as benesses e privilégios são restritas à família  e aos "amigos do rei. Temos outras problemas aparentemente menores (SQÑ!) em outros Estados e Municípios como abuso de pider, "eminências pardas" agindonos bastidores de administrações e desmandos econômicos e políticos, assim como eventos climáticos no RS, PR... 

Pois bem,  este é o desenho provisório do Brasil. Quem trabalha, sustenta os serviços públicos e privados, pagas os impostos  imbutidos nos produtos e os impostos declarados, vota nas Eleições é a sociedade, a população, o povo, a classe trabalhadora. E é ela que tem que avaliar e tomar uma atitude consciente e com vontade. Pra todos os efeitos, apesar das nossas instituições jurídicas serem viciadas e a legislação ser cheia de "jabutis" e "penduricalhos" (que dão brechas aos criminosos), o processo de ordenamento jurídico está agindo ainda que a ossos de tartaruga,  quando não de lagarto em hibernação. 

E olhando fora do Brasil o que vemos? É mais complexo e nos ajuda entender um pouco o reflexo do que acontece no Brasil. Temos dois carniceiros humanos em ação.  



O Trump, envolvido até a medula no escândalo Jeffrey Epstein, buscando desviar a atenção do povo estadunidense dos seus crimes de pedofilia, ao mesmo tempo que atende aos interesses da indústria bélica e das petrolíferas estadunidenses. 



O Benjamin Sathanyahu, com o apoio dos USA (e chantagens a Trump, pois conhece bem seu envolvimento no escândalo Epstein) e atendendo aos interesses do movimento sionista (iniciado há pelo menos 77 anos) e seu projeto imperialista e colonialista da "Grande Ishaell". Ali o povo palestino sofre os crimes de supremacismo, apartheid e genocídio, destruição total da infraestrutura em Gaza,  bombas sobre as barracas de lona, os soldados israelenses alvejando com metralhadoras as cabeças de crianças nas filas de alimento, a proibição de ajuda humanitária como entrada de alimentos, medicamentos,  profissionais para ajudar o povo totalmente desassistido na Gaza destruída. E na Cisjordânia, o lado Oriental do que sobrou da antiga Palestina, o povo sofre diariamente a pressão dos colonos judeus, das milícias israelenses e/ou dos soldados do exército de Israhell, que perseguem, destroem casas, invadem propriedades, desmontam plantações e outras atividades econômicas, prende crianças e adultos e os trancafiam nas masmorras israelenses,  expulsam palestinos, matam-nos, mutilam, tudo isto sem o mínimo de ordenamento jurídico, sem respeito algum aos Direitos Humanos e sob o olhar indiferente  da "comunidade internacional", diga-se dos governantes dos países, salvo exceções, e as populações mundiais que tem se levantado contra este estado de barbárie.

Detalhe, tanto orangotango da barbárie Trump quanto o carniceiro Nethanyahu são "ideólogos" influenciadores da extrema direita brasileira, que se professa cristã e defensora dos seus "valores", mas está há anos luz distante de Jesus de Nazaré e do Evangelho.

O Estado da Ucrânia que há anos vem sofrendo uma guerra insana desde  que elegeu um palhaço e este se engraçou para o lado da OTAN (Organização do Tratado dos Países do Atlântico Norte) e a Rússia disse não aos interesses bélicos da tal organização, que ficaria em sua porta de entrada. E mais uma vez a população arca com as consequências da insanidade dos seus governantes. 

O Estado do Irã vem há anos sofrendo agressões e guerras por parte dos EUA,  com a desculpa de que é uma ditadura dos aiatolás, quando na verdade é uma das raras Democracias do Oriente Médio (ao lado de Israel que bem ou mal também é). Os demais países da região aliados dos USA são todos Ditaduras, como Arábia Saudita,  Iêmen, Emirados Árabes Unidos, Catar, Omã, Baheim. Entretanto precisamos lembrar que o interesse do Império do caos sobre o Irã não é defender os Direitos Humanos, levar Democracia, liberdade às mulheres (no primeiro bombardeio dos EUA/Israhell mataram mais de 170 meninas em uma escola). Seu foco básico o petróleoe atender as exigências sionistas na região.

Pois bem, colocado este breve quadro da conjuntura nacional e mundial, qual é o nosso lugar e papel? Alguns dirão que é problema de cada um, de cada segmento,  de cada país. Outros dirão que precisamos orar, levar a Deus estas causas para que ele intervenha... Outro segmento dirá que não temos nada a ver com isto! Que eles respondam por seus atos e consequências. Que não devemos nos envolver com questões políticas, econômicas, culturais... Um segmento da social dirá que precisamos denunciar, colocar a boca no trombone! Finalmente outros dirão que precisamos ter consciência do que acontece aqui e no mundo, que devemos não apenas denunciar, mas sendo possível, devemos participar de movimentos, organizações e instituições que façam frente de apoio e resistência diante dos problemas em processo aqui, alhures ou algures.

E você como encara esta questão?

quarta-feira, 15 de abril de 2026

UMA EXPERIÊNCIA COM DEUS


Ou "um encontro com Deus",  como dizem. Paradoxalmente, foi o que vivenciei em meados de 1988. Convivendo nos primeiros anos nas congregações onde participei, "cabeça totalmente feita", não percebi o quando éramos ensinados a sermos radicalmente intolerantes com tudo e com todos que fossem diferentes da nossa crença. E hoje eu vejo que o nosso segmento se tornou muito pior, pois tem um projeto de domínio (baseado em uma falsa teologia cristã) através do qual, unilateralmente, quer dominar a política, o estado, a sociedade, as instituições de poder (executivo,  legislativo e judiciário), bem como a Educação Pública (a privada já é quase toda sua), dentre outras, para impor a sua visão e supostamente obrigar todo o mundo a ser "cristão". Não! Em Jesus de Nazaré e nas Boas Novas do Reino de Deus não encontramos nada disso. O poder de Jesus é o Amor, a Compaixão, a Misericórdia, o Perdão, a Paz! 

*~☆SergioBucco ☆~*

sábado, 11 de abril de 2026

FALSA PAUTA MORAL X PAUTA REAL DE JESUS



 Há um segmento supostamente  cristão (que tod@s conhecem) e cujos componentes defendem e  pregam uma dita pauta moral, que em sua teses se referiria a aborto, que é legal apenas em três condições; a questão da homoafetividade, que a Escritura Sagrada definitivamente não trata; ou ideologiade gênero, que é uma viagem de quem fumou canabis bolorada...

Pois bem, a pauta de Jesus de Nazaré é real:  são ensinamentos de Jesus que proclamam a verdadeira felicidade e a recompensa divina para virtudes como humildade, mansidão, misericórdia, pureza de coração e perseguição por justiça. Pauta que também se refere às necessidades de Jesus, que  teve fome e sede, que foi forasteiro, que estava nu, que estava enfermo e preso, e foi devidamente socorrido. Se quer defender a Pauta do Reino de Deus não fique na pseuda "pauta moral", mas fite os olhos, o coração  e a ação em Jesus de Nazaré e suas Boas Novas. ~☆SB☆~

terça-feira, 7 de abril de 2026

ENQUANT HUMANOS, CIDADÃS/ÃOS E DEMOCRÁTICOS

Fonte: https://ouvidoria.tce.pe.gov.br/cidadania-e-os-direitos-sociais-e-humanos/

O óbvio ululante... ANTES DE TUDO PRECISAMOS sermos Humanos,  fazermos Democracia, exercermos a Participação Cidadã  dentro da Sociedade Local e Universal. 

Destacados estes pontos e valores fundamentais podemos lembrar os desdobramentos do viver em sociedade, na coletividade. 

Toda a nossa vida e ação no mundo se desenrolam de forma integrada sob os aspectos Social, Político, Econômico,  Cultural e Ambiental. Se um destes aspectos forem excluídos da nossa vivência pessoal e coletiva nós nos tornamos capengas (como se fossemos uma aberração social). Lá nos anos sessenta o contemplativo Thomas Merton escreveu que "nenhum homem é uma ilha". Do mesmo modo os aspectos acima citados precisam acontecer de forma interdependente e integrada, pois os mesmos fazem parte de uma totalidade. 

No desenrolar da cidadania cada mulher,  cada homem, de forma pessoal e coletivamente, participa de organizações,  movimentos,  instituições de acordo com suas necessidades e demandas, a fim de solucionar seus problemas e/ou atender às condições objetivas da vida pessoal e comum. 

Assim sendo, podemos participar da vida em família (nas suas diferentes modalidades); das manifestações religiosas (animismo,  cristianismo {diversos}, espiritismo, budismo, xintoísmo, taoísmo, hinduismo, judaísmo, matriz africana, através de formas de espiritualidade não formal ou institucional, dentre outras), ou não (atéia);, da educação formal (escolas básicos e técnicas,  faculdades, universidades...); do movimento social, do sindicato, do clube, dentre outros;  do partido político (esquerda, centro e direita, pra além dos extremismos); ou simplesmente fazer a política do bem comum, aquela reunião,  campanha ou movimento que busca solucionar, junto ao serviço público ou em mutirão, um problema que afeta a coletividade,  a comunidade, como uma estrada ruim, uma ponte, um transporte, uma escola, um posto de saúde, segurança,  dentre muitas outras demandas imediatas que afetam a vida em comunidade.

Na vida em sociedade tem os desdobramentos e compromissos com as questões econômicas de manutenção das necessidades materiais  e/ou culturais da vida (alimentação, moradia, vestuário, educação, lazer) seja através do trabalho pessoal e independente, do vínculo empregatício, do trabalho associativo ou cooperativo.

Na condição de humanos, democráticos, cidadãs/ãos precisamos, zelar pela Justiça, pelos Direitos que dizem respeito à vida com dignidade, qualidade,  felicidade. Zelar pelo Meio Ambiente (no qual vivemos e do qual somos componentes) respeitando a Legislação que rege  a vida em sociedade (e a Biodiversidade) assim como a saúde do meio ambiente no qual estamos inseridos e pelo qual podemos agir de forma responsável e autossustentável.

Portanto, viver democraticamente não nos obriga a nada, mas desrespeitar as normas básicas da vida neste Planeta tem consequências danosas tanto para si mesmo como para o todo. Talvez tenhamos esquecido de avisar sobre isto tudo ao Hitler,  ao Presidiário, ao Trump, ao Nethanyahu... e aos seus seguidores.

~☆SergioBucco ☆~

domingo, 5 de abril de 2026

A RELIGIÃO NÃO É APENAS O ÓPIO DO POVO

Fonte: Tv Cultura, 07/03/2021

MUITO AGRADECIDO PELA INTERPELAÇÃO E CONVITE!

 Sou imensamente grato por tua boa fé, esforço, honestidade... mas já tenho Agenda com Jesus de Nazaré e com pessoas que também estão "politicamente" (eclesia = reunião  ou assembléia de cidadãs/ãos) comprometidas com o Projeto de Jesus de Nazaré, o Reino de Deus, "já e ainda não"!

 E um detalhe: o meu esforço, juntamente com gente de boa vontade, é superar a religiosidade, porque a religião cega, separa, isola, discrimina, exclui, julga, condena, castiga e, em última instância, pode até matar! 

~☆SergioBucco ☆~